Publicado por: astromundoacs | janeiro 20, 2016

2016 O PLANETA (A VISÃO KÁRMICA)

2016   O PLANETA  (A VISÃO KÁRMICA)

                                                                               Antônio Carlos Scavone

O ano de 2016 faz que o Planeta se confronte com a impossibilidade de manter determinadas utopias que cultivou com intensidade nos últimos anos, fortalecidas agora pela presença de Netuno em Peixes. Elas se transformaram numa referência do politicamente correto. Mas sempre funcionem como um alimento.para a alma.

A crise econômica de 2008, a mudança no tabuleiro de poder do mundo, seja pela queda do preço do petróleo, ou pela desaceleração da economia chinesa, ampliou a crise, que se estendeu ao momento atual, forçou cortes ou a interrupção de projetos idealistas. Mudou prioridades, os discursos nem tanto.

A sociedade mundial, pelos princípios da Era de Aquário (em instalação, pois demorará ainda uns 400 anos) ensaiava um mundo de fronteiras mais abertas, mais justo, com oportunidade iguais para todos, o que se mostrou um sonho. Urano em Áries entrou com o anúncio de que somos 7 bilhões de pessoas no planeta e que o indivíduo terá de assimilar essa realidade. Impossível ecologicamente, todos os habitantes do Planeta viverem igual aos países do primeiro mundo. Em 2016, confirmou-se o aumento da desigualdade econômica no Planeta: 62 indivíduos concentram a fortuna equivalente a metade dos habitantes, ou seja, 3 bilhões e 500 milhões de pessoas.

De um lado Plutão desestrutura o status quo do poder mundial. De outro obriga que ele se restruture, por puro instinto de sobrevivência. O fator Urano mostra outro tipo de inimigo atacando o sistema. Há uma desorganização militar organizada. Multifacetada. Atuando sincronicamente ou não no planeta inteiro. E um exército de lobos solitários muito ativo. E motivações variadas, mas tão radicais, que parecem não ter nenhuma lógica. Guerras como a da Síria e os vários conflitos de origem nacionalista, tribal e religiosa que destruíram muitas cidades e arruinaram muitos países, no Oriente Médio, mostram a complexa multiplicidade de grupos combatentes e dos apoios que recebem de países ricos. O Terrorismo virou um enigma.

O Mundo Ocidental e os países mais desenvolvidos confrontam-se com a consequência que eles próprios criaram, através da questão dos refugiados. Banidos dos seus lares, expulsos de sua pátria pela necessidade de sobrevivência ou por algozes invasores, batem à porta dos países ricos, os senhores das guerras do Planeta. Centenas de anos de dominação colonialista, direta ou indiretamente, trazem agora uma crise humanitária. Por mais organizados sejam, não absorvem abruptamente milhares de refugiados, desse deslocamento bíblico. A cobertura da mídia constrangeu os países mais liberais e democráticos a adotarem medidas mais humanitárias. E a se comprometerem pelo discurso. Tal não ocorreu com os países mais autoritários.

O momento é muito favorável a acordos internacionais e o acordo com o Irã mostra isso. Descontado é lógico o teatro implícito na diplomacia. Até mesmo quem não faz acordo (Coréia do Norte) precisa ter “acordos” que desenham o limite real de suas ações.

Karmicamente haverá vários tipos de tragédias coletivas naturais ou causadas pela humanidade que abrirão a consciência planetária para essa transformação. Mas não esqueçamos, o Planeta tem o livre arbítrio para escolher. E até o fim da Era de Aquário, daqui há 2.500 anos, evoluiremos.

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