Publicado por: astromundoacs | dezembro 9, 2013

AS FIGURAS MÍTICAS DE SAGITÁRIO

        AS FIGURAS MÍTICAS DE SAGITÁRIO

JÚPITER

JÚPITER

                                                                                                                                                                                                  Antonio Carlos Scavone

Sagitário, com sua visão e intuição, entra em contato com os grandes mistérios da natureza, sabe, em profundidade, que a vida é significativa, que o homem é divino, que todas as coisas têm um propósito e trazem lições para o crescimento. 

Mas a distancia entre a sua visão da luz e as limitações do ser humano é muito ampla.  Logo percebem que a realidade tangível e a vida material são sempre imperfeitas. Eis a verdadeira ferida aberta do Sagitário.  Aquele que tiver a coragem para encarar a sua visão de luz e a realidade de sua vida, certamente terá grande sucesso. Este será o verdadeiro curador-ferido, porque aprendeu a compaixão (qualidade que falta aos tipos mais primitivos).  Será também possuidor de um dos mais profundos segredos da vida e da natureza humana: a dualidade do ser divino e do animal, subjacente em todos nós, encontrando sua integração e unidade.

Sagitário, o nono signo do zodíaco, é regido por Júpiter e rege temas como: as leis, filosofias, religiões, os estudos superiores,  e o autoconhecimento.  A figura do centauro representa a constelação de Sagitário. Vejamos suas principais figuras míticas:

O CENTAURO. É uma misteriosa figura composta, da mitologia grega – metade cavalo, metade homem – que está sempre atirando suas flechas em algum alvo além do horizonte e que sai atrás desses alvos em rápido galope.  Algumas vezes, as encontra, em outras se perde completamente do objetivo, porque acha mais interessante o cenário do caminho do que o alvo, até que surja um novo alvo mais atrativo.  Esta é uma imagem muito adequada a Sagitário: aquilo que realmente lhe interessa é o desafio do alvo e a fascinação da jornada.  O objetivo, em si, torna-se relativamente insignificante.  A chegada não é e nunca será, o ponto mais importante.

JÚPITER. O grande Zeus da mitologia é o planeta regente de Sagitário.  Sua história nos ajuda a entender este signo. Júpiter é chamado “rei dos deuses Olímpicos”, sua figura é nobre, altiva e majestosa, e encanta e magnetiza as outras divindades. É um ator nato. É também um grande conquistador, sempre perseguindo ninfas e musas, não porque seja guiado por uma paixão insaciável, mas é o ideal que o motiva, a possibilidade de algo novo e desconhecido, um alvo inatingível e que escapa das mãos.  Os sagitarianos têm esta propensão jupiteriana de não perder nada. Um projeto, uma pessoa, uma ideia, um novo trabalho criativo, algo virtualmente novo e inexplorado. Os mais extrovertidos estarão presentes em vernissages, inaugurações, mostras inéditas de filmes, lançamentos de livros. Porque o Sagitário tem um “faro” intuitivo de tudo o que poderá se tomar um sucesso, antes que os outros percebam. Os tipos mais introvertidos, estarão descobrindo os novos livros, as novas filosofias, os novos filmes e fenômenos culturais inéditos. É o mesmo faro intuitivo, agindo de forma mais interiorizada.

QUÍRON. É a terceira figura mitológica conectada com o Sagitário – cujo nome foi dado a um asteróide descoberto em 1977 e situado entre Saturno e Urano.  Quíron é um centauro, mas é também um deus, irmão de Júpiter, de Netuno e de Plutão, possuindo, pois, o status divino dos outros deuses do Olimpo. Metade homem e metade cavalo, é o senhor das plantas e da Alquimia, conhecedor da magia e da sabedoria da Natureza. É visto como o sábio, o professor e o filósofo.  Era uma figura muita misteriosa, conhecia a origem animal dos homens e sentia uma profunda tristeza por suas próprias contradições. Quíron foi ferido por uma flecha envenenada e essa ferida jamais cicatrizou, nem o matou, porque tinha recebido o dom da imortalidade, em função de sua sabedoria.  Assim, Quíron era um curador ferido, que não podia curar a si mesmo e eliminar sua dor, o  que o fez compreender muito profundamente a dor e o sofrimento humanos, aumentando sua sabedoria e compaixão.

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