Publicado por: astromundoacs | dezembro 1, 2013

A MÁGICA AVENTURA DO SAGITARIANO WALT DISNEY

A MÁGICA AVENTURA DO SAGITARIANO WALT DISNEY

                                                                                               Walt-Disney-                           

 Antônio Carlos Scavone

A infância de Walt Disney foi das mais difíceis. Nascido em 5 de dezembro de 1901 fez um longo cami­nho para poder chegar à gloria e a alcançou por seus próprios méritos. Seu desti­no sugeria essa necessida­de de uma estruturação no tempo. O princípio da cons­trução e de expansão soli­damente colocados no prin­cípio de realidade, funda­mentaram a sua vida e per­sonalidade, deram-lhe oti­mismo e firmeza para que pudesse trabalhar rumo ao sucesso. Depois, sua ex­pressão de vontade, cedo se identificou com esse dire­cionamento e procurou construir sua caminhada, usando o desenho como seu instrumento, sua “arma”.

Criança, logo deu vazão ao seu talento artístico, de­senhando com crayons. A arte do desenho e da ima­gem estavam presentes no horizonte quando nascia. Precisava Integrá-las na sua vida, com a naturalida­de da respiração. Por isso, foi aos dez anos que decidiu se tomar um cartunista, no exato momento em que sentiu uma ambição quirônica de que poderia ajudar às pes­soas através de sua arte. Então começou a estudar artes em Kansas City, durante os anos em que a família viveu ali e, ao retornar a Chicago, estu­dou cartunismo na “Academy of Fine Arts”.Na Primeira Guerra Mundial, ele era muito jo­vem para se alistar no Exército. Mas, não teve dú­vidas de atender seu espíri­to de aventura sagitariano e se alistou na Cruz Verme­lha, onde pôde exercitar o fortíssi­mo lado nutridor de sua personalidade. Ao retornar a casa aos 17 anos, viveu a fundo a ques­tão lunar da família. Rejeitou o convite do pai de trabalhar somente na joalheria da família, pois desejava apenas ser um artista. Era a afirma­ção de sua liberdade sagitariana, de decidir seu pró­prio futuro, enraizada em sua personalidade e expressa na sua indivi­dualidade.

O grau onde estava seu sol, em Sagitário, ao nascer, tem como símbolo: “uma bandeira que se transfor­ma numa águia; a águia se transforma num galo que, saúda o amanhã”. A chave é a espiritualização e promoção de grandes símbolos da Nova Era, através das mentes sensíveis a essas manifestações. A palavra- chave é Anunciação.

Com o sol na área da comunicação, impregnado pelo princípio da originalidade, Disney foi um criador que soube se comunicar com rara criatividade e de­vido a influência lunar, com fervilhante imaginação. Seu trabalho teve poderosa característica transfor­madora e usou o que havia de mais moderno ao seu al­cance: o cinema. Jovem ainda, fez diver­sas tentativas para conse­guir seu lugar na Sétima Arte, muitas delas frustra­das. Finalmente, conse­guiu ser desenhista de car­toons na “Kansas City Film and Company’’. Oportunidade que permitiu o exercício de  sua ima­ginação e ingenuidade. Lo­go estudou cartoon anima­do, que o fascinou.

A linguagem de Disney aparentemente tão leve, tem a capacidade de mexer com o inconsciente humano. Possui um grande poder terapêutico e educa­tivo, pelos princípios astro­lógicos que a envolvem. Dirigida inicialmente às crianças, na realidade, seus trabalhos alcançam to­das as faixas etárias e conseguem sensibilizar um imenso número de pessoas, de todos os conti­nentes. É uma linguagem universal, como a de todo grande artista. Seu desejo de expansão, fez com que imediatamen­te começasse, em Kansas City, sua própria empresa, para fazer contos de fadas animados. Mas, os proble­mas de distribuição não o ajudaram. As dificulda­des se renovaram. Mas sua vocação era impulsionada pela obstina­ção plutônica que cresce nas dificuldades e sabe vencer com a força da alma, os maiores obstáculos. Fi­nalmente, economizou pa­ra poder ir a Hollywood. Recebeu do distri­buidor de Nova Iorque no­vos pedidos de desenhos animados. Com seu irmão, abriu um novo estúdio, pa­ra produzi-los. Muitos fo­ram os problemas, mas sempre conseguiram so­breviver. Foi quando, vol­tando para casa de uma de suas viagens de negócios, Disney teve a inspiração do desenho animado de Mickey Mouse. Aí, começou para ele o verdadeiro cami­nho para o reconhecimento e o enorme sucesso que veio posteriormente expe­rimentar. É curioso obser­var: o signo de Escorpião e seu regente Plutão, regem o camundongo e no seu mapa astral, estão fortemente in­fluenciados por Gêmeos, um signo de ar: Mickey Mouse era um camundongo voador. Foi a sua mola pro­pulsora para as estrelas.

Um dos veios mais ricos da obra de Disney é o peda­gógico. O seu lado profes­sor e sua vontade de exercê-lo estão intensa­mente ativados no mapa. Logo que iniciou seu traba­lho no cinema, ainda em Kansas City, sob a enco­menda de um dentista, pro­duziu um filme, para dizer às crianças como cuidar de seus dentes. Posterior­mente, muitos foram os fil­mes ensinando a respeito da natureza e seus animais e até mesmo da energia atômica. Nas suas histó­rias em quadrinhos, muito aprendemos sobre Geogra­fia e História das Civili­zações, inclusive as anti­gas. Dos fascinantes reinos às civilizações perdidas. Sempre havia alguma ex­cursão, para algum lugar distante, apontado pela se­ta deste sagitariano, encan­tado pela força da natureza. Por certo, deixou marcas profundas, em sua geração e nas seguintes.

A liberdade de criação foi uma das suas mais mar­cantes características. Dis­ney alcançou o sucesso sem seguir a fórmula de Holly­wood, fazendo filmes que seduziam todas as idades. Nunca deu importância à crítica, e se sentia livre para agir conforme a sua opinião. Acusavam-no de ser um artista de suces­so, mas um fracasso co­mercial.

Sua posição única na indústria cinematográfica fez seus filmes começarem a dar dinheiro. Porém, seus custos eram altos, pe­lo som ou pela cor, e eram necessários empréstimos frequentes para cobrí-los. Na Grande Depres­são americana, o estúdio quebrou, mas nada vencia o seu otimismo capaz de superar a reali­dade mais dura. No seu árduo trajeto, Disney demonstrou clara­mente sua versatilidade criativa, nos desenhos animados, nos documentá­rios, nos clássicos musicais inspirando imaginativos desenhos, ou mesmo, nas películas com atores vivos e nos filmes para televisão. A qualidade da mutabilida­de sustenta enfaticamente o seu Mapa, e, portanto, sua personalidade. Em 1955, seu gênio pleno de joviali­dade criou a Disneylândia. Esta característica sagitariana de juventude está re­fletida em todos os seus fil­mes. E em seus ideais tam­bém. Idea­lista e progressista in­corrigível, com o perfeccionis­mo ativado no horizonte, no seu nascimento, limpeza e ética era palavras-chaves nos seus filmes. Qualidade crescen­te também. Seus padrões e ideais eram muito altos. Não lhe movia o dinheiro. Encarava-o, co­mo um instrumento para promover, com liberdade, a grande aventura de seu espírito. Sua perseverança tornou o seu sonho, realidade. Felizmente, esse foi partilhado com todos nós e continua incrementando o sonho de nossos filhos e de todas as novas gerações que vão chegando.

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